Siga-me

SLIDES

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Extraterrestre de 4 metros de Altura Avistado em Rodovia da Itália

De acordo com informação, de um site de notícias italiano, uma criatura estranha e enorme (extraterrestre), teria sido avistada em uma movimentada rodovia na Itália próxima a cidade de Mortegliano. Além da aparição da criatura luzes no céu já teriam sido avistadas, e as testemunhas envolvidas no episódio não conseguiram utilizar seus celulares, que misteriosamente ficaram mudos durante o evento.
"Criatura de quatro metros de altura e telefones mudos", dizia a notícia do portal italiano
A testemunha Leonard D'Andrea (foto), estava dirigindo seu carro pela rodovia, quando foi forçado a parar. “Eu observei que os carros estavam parando, no momento pensei que era um acidente, mas quando me dei conta percebi que haviam três carros, na frente de uma estranha criatura que andava ao longo da estrada. Tinha cerca de quatro metros de altura e estava quieto”.
Crédito: google maps

D'Andrea queria contar ao pai, por telefone o que estava vendo, mas os telefones não estavam funcionando, não havia sinal da operadora. Em seguida, pegou uma lanterna e acendeu em direção à “criatura cinza”, observando que suas pernas estavam ligeiramente curvadas para frente com a parte traseira formada por uma espécie de tendões, muito grandes. “Enquanto o illuminava notou que a cabeça tinha um formato redondo e terminando em forma de cone”. “Esta criatura andou na estrada, não se importando com as pessoas que o olhavam e os carros parados”, lembra a testemunha do avistamento. A testemunha conta:
“Na minha frente tinha um carro Mazda, com uma família dentro. A mãe escondeu os filhos atrás dos bancos na parte de trás do carro, enquanto duas meninas, que estavam paradas com o carro, atrás de mim, queriam chamar a emergência - 113, mas o telefone não estava funcionando. Neste momento, a estranha forma fugiu na direção de Lestizza”. Leonard tentou segui-la, mas não teve sucesso. Outras pessoas que vivem na área confirmaram que eles tinham visto algo "estranho”.
Por Gério Ganimedes (PQA)
Retirado de: http://celiosiqueira.blogspot.com/2012/02/extraterrestre-de-4-metros-de-altura.html

N'Ele, em quem EU SOU!
Eugênio Christi
Mais...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

2012: A Sacola Plástica como Vilã

Um DESABAFO para quem tem mais de 40 anos... *
Eu estava Na fila do supermercado, pedí duas sacolas plasticas e um funcionário do caixa me disse:
- O senhor deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

Eu pedí desculpas e disse a ele:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, meu senhor. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - respondí - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo.
Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.
Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.

Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão:
não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época
. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.

E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

- Silêncio....
* Texto Recebido por e-mail. Fonte: Dino Ari Fernandes – BrasilMetodista
N'Ele, em quem EU SOU!
Eugênio Christi
Mais...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Como termina um Império

O Império Romano não foi derrotado pela espada e canhões, mas pela decadência moral.
Respiramos uma atmosfera erótica generalizada. Nada acontece por acaso. Estes programas têm uma filosofia, uma intenção, um objetivo que é ganhar dinheiro pela via do erotismo. Sexo, dinheiro e fama são os piores ídolos da humanidade. Eles nos escravizam. Trata-se de uma ''trinca perigosa''.
Depois que no Brasil, através de manobras políticas, foi liberado o divórcio instantâneo, a manipulação de células tronco embrionárias, a união de pessoas do mesmo sexo, a lei da palmada, entramos numa anarquia erótica. Sem esquecer o ''kit sexo'' idealizado pelo ex-ministro da Educação, o projeto da homofobia, do aborto e aquela jogada nada honesta de liberar o aborto em nome dos direitos humanos e da saúde publica, como queria o ex-ministro da Saúde. Virou uma balbúrdia, e até os que defendem as bandeiras da revolução sexual estão preocupados.
Tudo isso parece modernidade, mas é sintoma da doença da nossa civilização. O Império Romano não foi derrotado pela espada e canhões, mas pela decadência moral. Um sábio chinês diz que estamos confundindo um navio furado, invadido pelas águas e afundando, com uma piscina de banho. Estamos afundando e fazendo festa, como se o barco furado invadido pelas águas fosse uma piscina.
Nada temos a aprender da revolução sexual acontecida nos Estados Unidos e na Europa. São países envelhecidos e necessitados de braços estrangeiros, de mão de obra barata. Está mais do que comprovado que a revolução sexual fracassou. Tudo piorou com a pornografia na internet. Nossa cultura secularizada erotiza precocemente crianças e adolescentes fazendo explodir a gravidez precoce, a aids e outras doenças. O próprio Freud orientou a sexualidade humana para a sublimação.
Na ideologia do BBB está sendo passado um culto exagerado do corpo, a exaltação do instinto e da paixão, o homossexualismo, a inutilidade do casamento, a degradação da família. Isso tudo sem respeito pelo povo e seus valores morais. A banalização da sexualidade é um retrocesso destrutivo porque abre o caminho para a droga, o alcoolismo, o vazio interior, a exaltação do corpo. Há escolas onde a educação sexual consiste apenas em saber usar o preservativo, conhecer a fisiologia corporal e a praticar todo tipo de erotismo. Em muitos setores da sociedade o permissivismo está incentivando o contrário, isto é, a volta do moralismo, do tabu, do negativismo sexual. Não devemos perder a simpatia, o louvor, a gratidão pelo dom da sexualidade.
Na democracia temos o direito de protestar, contestar, dialogar, discordar. Em relação ao BBB, continuemos a utilizar a internet. Mudar de canal é um gesto que tem efeitos muito práticos. Não telefonar para dar o voto aos concorrentes também é algo eficaz. O protesto popular, a consciência social, a manifestação do povo e das instituições têm poder. O que não podemos é continuar reféns da ditadura do relativismo e do erotismo. BBB é um desacato à nossa cultura.
Não morremos por falta de sexo, morremos por falta de afeto, de carinho, de consideração. A paixão tem sabor de liberdade, mas é uma corrente que nos amarra e a carne não basta para saciar nossa fome de amor. O coração é mais que o corpo. O Brasil não pode ser a pátria do turismo sexual. Nossa tradição familiar e cristã é um bem para sociedade.
Tantos artistas convertidos já declaram ao mundo inteiro que a ''alegria do espírito é maior que a volúpia da carne''. O que vale é o amor, os valores, os limites, a humanização da sexualidade, a fé, a espiritualidade. O amor livre é uma invenção burguesa que leva à onipotência e onipresença do prazer desordenado. Torna-se escravidão e desilusão.
A sexualidade é uma energia que nos leva ao encontro com o outro inclusive com o grande Outro. É uma força de comunhão, de relacionamento, de amizade, de transcendência. Temos um longo caminho a percorrer na busca do equilíbrio e da maturidade sexual e afetiva. Quanto mais amor, mais pudor. A linguagem do amor compõe-se das seguintes declarações: eu sou amável; eu gosto de você; eu sou capaz de amar; eu amo e por isso escolho; eu decido amar alguém; eu sou teu para sempre.

DOM ORLANDO BRANDES - arcebispo de Londrina.

N'Ele, em quem EU SOU!
Eugênio Christi
Mais...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Que Venha o 2012

Como todas as coisas neste universo material de Deus tem seu fim, o ano também tem o seu.
Mas para compreendermos melhor esta mudança, vamos a um detalhe importante: nos acostumamos a relacionar o tempo ao movimento da massa dos corpos (passagem do movimento das coisas, giro da terra em torno de si mesma, em torno do sol, etc.). Isto nos leva a considerar o tempo como sendo linear: passado, presente e futuro.
Contudo, observando a natureza sem preconceitos, percebemos que nela o tempo é algo cíclico. Tudo volta a ser novamente, mas num grau de amplitude maior no sentido de evolução individual e coletiva. 
É neste sentido de tempo cíclico que se pode falar de 2012 e não como período de destruição e fim de mundo. Finda um ciclo e começa outro.
Toda nossa vida é cheia de ciclos: o ciclo do nascimento à idade avançada, ciclo anual, ciclo das atividades e assim por diante. É a forma que temos para produzir e participar das mudanças tão necessárias à nossa evolução material ou espiritual.
Além do mais, como já escrevi uma vez por aqui, o ser humano gosta, ou talvez até tenha alguma necessidade psicológica no que concerne a ritos de passagem: chá de bebê, chá de panela, despedida de solteiro, festa dos quinze anos, e entre tantos outros o reveillon, que marca a passagem de um ano para outro.
Tirando fora todas aquelas crenças que não fazem parte de nossa vida espiritual cristã, embora devamos respeitar que os pagãos o façam, pois elas fazem parte da cultura popular de vários povos, como pulinhos de ondas no mar, numerologia, comer baguinhos de romãs entre tantas outras práticas afins, o Cristão pode sim festejar a passagem do ano novo.
O Cristão pode sim festejar a entrada de um novo ano, desde que ele se mantenha na sobriedade típica dos Filhos de Deus. Isto significa que seu festejo vai diferir radicalmente daquele propagado pelas pessoas mundanas.
Para o Cristão não importa o número final do ano que se inicia, a cor da roupa íntima que será usada na passagem, os determinados alimentos que produzem sorte, e muito menos as famosas previsões de fim de ano. O que vai contar mesmo é o grau de plenitude de Amor cultivado em seu coração, que transbordará nesta passagem aos que o rodeiam.
A pessoa pode até usar algo simbólico, a roupa externa branca simbolizando a Paz, uma estampa na camisa com dizeres positivos, mas desde que isto não seja feito como ação supersticiosa, no sentido de que se não for usado trará má sorte.
Vou festejar a passagem do ano, de repente tomar uma taça de champanhe com a família e os amigos mais íntimos. Não importa os símbolos externos que poderei usar. O que importa mesmo é manter a Presença de Deus em meu coração mediante a ação do seu Espírito.
Que este Ano que se inicia seja mais um Ano da Graça do Senhor para mim e para todos os meus Amigos e Irmãos em Cristo. Amém!
Feliz 2012! O Ano Novo no Senhor para todos os Seus Filhos!

N'Ele, em quem EU SOU!
Eugênio Christi
Mais...

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

MEU SERMÃO DE NATAL

Novamente chegamos na época natalina. Assim sendo a correria aumenta por causa da preparação das festas, das compras de presentes, viagens, guerras de marketing e tutti quanti. Mas... o aniversariante da festa está cada vez mais esquecido. Este ano mais esquecido que no anterior.
É bem verdade que as pessoas ficam mais sensíveis e reflexivas neste período, eu concordo. Contudo, o capitalismo selvagem consegue estragar até mesmo este lampejo de lucidez com as correrias das compras. Pois é, o bolso, que afirmo ser a parte mais sensível do "corpo" humano, também reclama atenção: acaba se esvaziando bem mais nesta época. E no final de tudo percebe-se que muitos esvaziaram com ele também o coração.
Mas eu sempre digo às pessoas que tudo em nossa vida deve ser feito levando-se em consideração seu verdadeiro sentido. Caso contrário, não passamos de um peso morto para o mundo carregar.
Assim sendo, qual o verdadeiro sentido do Natal?
Ele é mesmo importante para nós?
Nos traz algum benefício verdadeiro?
Num primeiro momento, Natal nada mais é que a lembrança de que Jesus Cristo, Deus de Eternidades, se encarnou entre nós assumindo nossa condição humana, se fazendo um de nós para nos mostrar o Caminho de volta para a casa. É Deus se fazendo homem para que o homem participe da Divindade de Deus.
E Cristo pode nascer mil vezes em Belém, mas se não nascer uma vez em seu coração, o Natal será apenas mais uma festa pagã.
Mas não esqueçamos, a Bíblia não é um simples livro de eventos históricos e sim um livro eivado de Princípios Espirituais. E as coisas espirituais devem ser discernidas espiritualmente, nos ensinou o Apóstolo Paulo.
Apresso-me a dizer que não vejo o Natal simplesmente como um momento de lembrança de um acontecimento passado. Muito pelo contrário, é um momento de prepararmos a manjedoura de nosso coração para que o Cristo nele venha fazer Sua morada.
Pois, "um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e Ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz" (Is 9, 5). Ou seja, o maior Dom que Nosso Pai poderia ter nos concedido.
E para que este Cristo menino nasça em nosso coração, mister se faz uma Alma virgem, isto é, livre dos apegos materiais e das paixões excessivas. Também é preciso uma manjedoura, ou seja, um ambiente interior de humildade e livre de arrogância, sem apegos materiais e capitalistas. Os animais, simbolizando nossos instintos, nossa natureza emotiva e nossa força fisica se demonstram submissos ao Cristo que nasce.
Os Magos, a elite espiritual e mental da época prestam-lhe homenagem e distribuem presentes.
Herodes quer matá-lo, significando que os poderes do mundo não querem deixar que a Consciência Crística se desenvolva nos homens.
E como podemos discernir o sentido espiritual da Encarnação do Verbo de Deus entre os homens?
Cristo é formado em nós. Esta criança, o Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz, como nos professou Isaías, deve ser cuidado em nós como uma mãe cuida de um recém nascido, até que atinja maioridade e tome as rédeas de todas as coisas que a Ele pertencem.
A partir desta ótica podemos dizer que esta é a verdadeira preparação do Natal: preparar nossa casa (o coração) e nela instalar a manjedoura (um nicho simples, despojado de toda pujança material e orgulho), deixando que no silêncio e recolhimento interior (a Noite silenciosa) Cristo nasça em nós como cumprimento da promessa divina. E todo o universo, tanto na sua dimensão espiritual (os Anjos, a Estrela) quanto na sua dimensão material (os Reis Magos, os pastores) vem para servir o Príncipe recém nascido.
E reitero que não vejo o Natal simplesmente como um momento de lembrança de um acontecimento passado. Muito pelo contrário, é um momento de prepararmos a manjedoura de nosso coração para que o Cristo nele venha fazer Sua morada.
E novamente repito: Cristo pode nascer mil vezes em Belém, mas se não nascer uma vez em seu coração, o Mistério da Encarnação não fará sentido algum para você.
Neste sentido, e somente neste sentido, desejo a você um Feliz e Abençoado Natal.
N'Ele, em quem EU SOU!
Eugênio Christi
Mais...
 
2009 Template Costumizavel Slide | Templates e Acessórios