Novamente chegamos na época natalina. Assim sendo a correria aumenta por causa da preparação das festas, das compras de presentes, viagens, guerras de marketing e tutti quanti. Mas... o aniversariante da festa está cada vez mais esquecido. Este ano mais esquecido que no anterior.
É bem verdade que as pessoas ficam mais sensíveis e reflexivas neste período, eu concordo. Contudo, o capitalismo selvagem consegue estragar até mesmo este lampejo de lucidez com as correrias das compras. Pois é, o bolso, que afirmo ser a parte mais sensível do "corpo" humano, também reclama atenção: acaba se esvaziando bem mais nesta época. E no final de tudo percebe-se que muitos esvaziaram com ele também o coração.
É bem verdade que as pessoas ficam mais sensíveis e reflexivas neste período, eu concordo. Contudo, o capitalismo selvagem consegue estragar até mesmo este lampejo de lucidez com as correrias das compras. Pois é, o bolso, que afirmo ser a parte mais sensível do "corpo" humano, também reclama atenção: acaba se esvaziando bem mais nesta época. E no final de tudo percebe-se que muitos esvaziaram com ele também o coração.
Mas eu sempre digo às pessoas que tudo em nossa vida deve ser feito levando-se em consideração seu verdadeiro sentido. Caso contrário, não passamos de um peso morto para o mundo carregar.
Assim sendo, qual o verdadeiro sentido do Natal?
Ele é mesmo importante para nós?
Nos traz algum benefício verdadeiro?
Num primeiro momento, Natal nada mais é que a lembrança de que Jesus Cristo, Deus de Eternidades, se encarnou entre nós assumindo nossa condição humana, se fazendo um de nós para nos mostrar o Caminho de volta para a casa. É Deus se fazendo homem para que o homem participe da Divindade de Deus.
E Cristo pode nascer mil vezes em Belém, mas se não nascer uma vez em seu coração, o Natal será apenas mais uma festa pagã.
Mas não esqueçamos, a Bíblia não é um simples livro de eventos históricos e sim um livro eivado de Princípios Espirituais. E as coisas espirituais devem ser discernidas espiritualmente, nos ensinou o Apóstolo Paulo.
E para que este Cristo menino nasça em nosso coração, mister se faz uma Alma virgem, isto é, livre dos apegos materiais e das paixões excessivas. Também é preciso uma manjedoura, ou seja, um ambiente interior de humildade e livre de arrogância, sem apegos materiais e capitalistas. Os animais, simbolizando nossos instintos, nossa natureza emotiva e nossa força fisica se demonstram submissos ao Cristo que nasce.
Os Magos, a elite espiritual e mental da época prestam-lhe homenagem e distribuem presentes.
Herodes quer matá-lo, significando que os poderes do mundo não querem deixar que a Consciência Crística se desenvolva nos homens.
Assim sendo, qual o verdadeiro sentido do Natal?
Ele é mesmo importante para nós?
Nos traz algum benefício verdadeiro?
Num primeiro momento, Natal nada mais é que a lembrança de que Jesus Cristo, Deus de Eternidades, se encarnou entre nós assumindo nossa condição humana, se fazendo um de nós para nos mostrar o Caminho de volta para a casa. É Deus se fazendo homem para que o homem participe da Divindade de Deus.
E Cristo pode nascer mil vezes em Belém, mas se não nascer uma vez em seu coração, o Natal será apenas mais uma festa pagã.
Mas não esqueçamos, a Bíblia não é um simples livro de eventos históricos e sim um livro eivado de Princípios Espirituais. E as coisas espirituais devem ser discernidas espiritualmente, nos ensinou o Apóstolo Paulo.
Apresso-me a dizer que não vejo o Natal simplesmente como um momento de lembrança de um acontecimento passado. Muito pelo contrário, é um momento de prepararmos a manjedoura de nosso coração para que o Cristo nele venha fazer Sua morada.
Pois, "um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e Ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz" (Is 9, 5). Ou seja, o maior Dom que Nosso Pai poderia ter nos concedido.E para que este Cristo menino nasça em nosso coração, mister se faz uma Alma virgem, isto é, livre dos apegos materiais e das paixões excessivas. Também é preciso uma manjedoura, ou seja, um ambiente interior de humildade e livre de arrogância, sem apegos materiais e capitalistas. Os animais, simbolizando nossos instintos, nossa natureza emotiva e nossa força fisica se demonstram submissos ao Cristo que nasce.
Os Magos, a elite espiritual e mental da época prestam-lhe homenagem e distribuem presentes.
Herodes quer matá-lo, significando que os poderes do mundo não querem deixar que a Consciência Crística se desenvolva nos homens.
E como podemos discernir o sentido espiritual da Encarnação do Verbo de Deus entre os homens?
Cristo é formado em nós. Esta criança, o Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz, como nos professou Isaías, deve ser cuidado em nós como uma mãe cuida de um recém nascido, até que atinja maioridade e tome as rédeas de todas as coisas que a Ele pertencem.
A partir desta ótica podemos dizer que esta é a verdadeira preparação do Natal: preparar nossa casa (o coração) e nela instalar a manjedoura (um nicho simples, despojado de toda pujança material e orgulho), deixando que no silêncio e recolhimento interior (a Noite silenciosa) Cristo nasça em nós como cumprimento da promessa divina. E todo o universo, tanto na sua dimensão espiritual (os Anjos, a Estrela) quanto na sua dimensão material (os Reis Magos, os pastores) vem para servir o Príncipe recém nascido.
E reitero que não vejo o Natal simplesmente como um momento de lembrança de um acontecimento passado. Muito pelo contrário, é um momento de prepararmos a manjedoura de nosso coração para que o Cristo nele venha fazer Sua morada.
E novamente repito: Cristo pode nascer mil vezes em Belém, mas se não nascer uma vez em seu coração, o Mistério da Encarnação não fará sentido algum para você.
E novamente repito: Cristo pode nascer mil vezes em Belém, mas se não nascer uma vez em seu coração, o Mistério da Encarnação não fará sentido algum para você.
Neste sentido, e somente neste sentido, desejo a você um Feliz e Abençoado Natal.
N'Ele, em quem EU SOU!
Eugênio Christi





